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Leila Pereira, do Palmeiras, rebate críticas do Bahia sobre arbitragem

Presidente do Verdão minimizou polêmica após vitória por 2 a 1 na Fonte Nova e cobrou equilíbrio nas punições no futebol brasileiro
Por Redação
Leila Pereira, do Palmeiras, rebate críticas do Bahia sobre arbitragem
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A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, rebateu as críticas do Bahia sobre a arbitragem após a vitória do time paulista por 2 a 1 na Arena Fonte Nova, em Salvador, no último domingo (5). A dirigente minimizou a polêmica envolvendo o segundo gol palmeirense, alvo de reclamações da equipe tricolor.

Em evento na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro, Leila Pereira afirmou que o Palmeiras sempre é alvo de desculpas quando vence. Ela defendeu que não houve influência da arbitragem no resultado do jogo.

“Quando o Palmeiras ganha é sempre uma desculpa e não é assim que funciona. Foi um jogo difícil e não houve influência nenhuma da arbitragem”, declarou Leila Pereira, segundo a assessoria do clube.

Reclamações do Bahia e postura do Palmeiras

As declarações da presidente do Palmeiras vêm após críticas de membros do Bahia. O técnico Rogério Ceni afirmou que a arbitragem “tirou pontos do Bahia”, enquanto o zagueiro David Duarte questionou o lance do gol decisivo, sugerindo que o juiz teria prejudicado o time baiano em casa.

A principal contestação do Bahia gira em torno de um possível contato de Gustavo Gómez sobre um defensor tricolor dentro da área, que não foi marcado pelo árbitro Lucas Casagrande nem revisado pelo VAR. O diretor de futebol do Bahia, Cadu Santoro, informou que o árbitro não apitará novamente na Fonte Nova.

Leila Pereira também aproveitou para reforçar a postura institucional do Palmeiras em relação à arbitragem. Ela afirmou que o clube não costuma transferir responsabilidades para as decisões do apito, cobrando maior equilíbrio nas punições aplicadas no futebol brasileiro.

“Sempre tem arbitragem, sempre tem um porquê. Eu, como presidente, não reclamo. Não terceirizo responsabilidade”, disse a presidente do Palmeiras, citando o técnico Abel Ferreira como exemplo de treinador frequentemente punido por reclamações em campo.