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Invasão pênalti BaVi: gol do Bahia é anulado por regra de arbitragem

Lance polêmico no clássico baiano envolveu atletas de ambos os times dentro da área antes da cobrança de Willian José
Por Redação
Invasão pênalti BaVi: gol do Bahia é anulado por regra de arbitragem
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Um lance crucial no BaVi desta quarta-feira (11), pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, gerou intensa discussão entre torcedores e especialistas. O gol do Bahia, marcado por Luciano Juba após rebote de um pênalti, foi anulado devido à invasão da área por jogadores de ambas as equipes antes da cobrança, uma decisão que impactou diretamente o placar do clássico.

A jogada começou aos cinco minutos do primeiro tempo, quando uma falha do goleiro Lucas Arcanjo, do Vitória, resultou em pênalti a favor do Bahia. Willian José foi para a cobrança, mas Arcanjo defendeu, espalmando a bola para a área. Luciano Juba aproveitou o rebote e balançou as redes, mas a arbitragem, liderada por Rafael Rodrigo Klein, invalidou o gol.

A Regra da Invasão no Pênalti

A anulação do gol do Bahia no BaVi seguiu rigorosamente as diretrizes da International Football Association Board (IFAB), que rege as Leis do Jogo. A regra sobre a invasão da área durante a cobrança de pênalti é clara e detalhada, dependendo de quais jogadores invadem e qual o desfecho do lance.

Cenários da Invasão

  • Invasão apenas da equipe atacante: Se apenas um jogador do time que cobra o pênalti invade a área e interfere no lance (como Juba fez ao marcar o gol), a cobrança deve ser repetida. Se não houver impacto direto, o jogo segue. Se o gol for convertido diretamente pelo cobrador, mesmo com invasão do atacante, o gol é validado.
  • Invasão apenas da equipe defensora: Se apenas jogadores do time defensor invadem a área e impactam no lance, a cobrança deve ser repetida. Se não houver impacto, o jogo segue. Se o gol for convertido pelo cobrador, mesmo com invasão do defensor, o gol é validado.
  • Invasão de ambas as equipes: Este foi o caso do BaVi. Quando atletas de ambos os times invadem a área antes da cobrança e o pênalti não é convertido (como a defesa de Arcanjo) e há impacto na sequência do lance (o gol de Juba), a regra determina que a cobrança deve ser repetida.

A decisão do árbitro, portanto, foi baseada na invasão pênalti BaVi por jogadores de Bahia e Vitória, que resultou na repetição da cobrança, mantendo o placar inalterado naquele momento do clássico.