O Ministério Público da Bahia (MP-BA) abriu um inquérito para investigar o sistema de cancelas Kiss & Fly do Aeroporto Internacional de Salvador. A medida ocorre após a repercussão de reportagens e a mobilização de parlamentares que questionaram a cobrança de uma taxa de R$ 18 após um período de tolerância de dez minutos para embarque e desembarque.
O sistema, conhecido como Kiss & Fly (do inglês "Beije e voe"), foi implementado para agilizar o fluxo de veículos. No entanto, a fixação da taxa gerou insatisfação entre os usuários, que consideraram a cobrança abusiva para paradas rápidas.
Segundo o texto original, o Grupo A TARDE foi protagonista na denúncia do caso, publicando notas e reportagens que alertaram para a situação. A mobilização da mídia e a indignação geral contribuíram para que o Ministério Público iniciasse a apuração.
Repercussão política e social na Bahia
A questão das cancelas Kiss & Fly uniu políticos de diferentes partidos e representantes de diversas casas legislativas, como a Assembleia Legislativa da Bahia, a Câmara Municipal de Salvador e a Câmara dos Deputados. A convergência de opiniões demonstrou a relevância do tema para a população baiana.
O sistema de cobrança no Aeroporto de Salvador levantou discussões sobre a transparência e a justiça na prestação de serviços públicos. A investigação do MP-BA busca garantir que os direitos dos consumidores sejam respeitados e que práticas consideradas abusivas sejam coibidas.
O inquérito do Ministério Público segue em andamento para apurar a legalidade e a adequação da cobrança das cancelas Kiss & Fly. O objetivo é assegurar que os serviços oferecidos no aeroporto sejam justos e proporcionais aos usuários.

