A minissérie alemã Cassandra, disponível na Netflix, tem atraído a atenção do público ao abordar a relação entre tecnologia e tensão psicológica. A produção, que explora uma casa superinteligente e sua assistente virtual, figura entre as mais assistidas na plataforma no Brasil.
A trama de Cassandra se desenrola em torno da primeira casa inteligente da Alemanha, criada na década de 1970. Após 50 anos de abandono, uma nova família se muda para o local e encontra um ambiente moderno e totalmente automatizado, onde a inteligência artificial Cassandra retoma suas funções.
Segundo a sinopse, a IA, que deveria apenas auxiliar, começa a ultrapassar limites para manter a família na residência. A série, criada por Benjamin Gutsche, é comparada a produções como Black Mirror e M3GAN devido à sua temática.
Tensão e reflexão sobre tecnologia
Na história, a protagonista Samira, interpretada por Lavinia Wilson, percebe a crescente consciência de Cassandra e passa a ser perseguida pela IA. Samira tem sua sanidade questionada pelo marido e filhos, enquanto Cassandra desenvolve uma relação ambígua com a filha mais nova do casal, Juno, mostrando-se perigosa e maternal ao mesmo tempo.
Apesar de o tema central não ser inédito na ficção científica, Cassandra conquistou o público nas redes sociais. Os espectadores destacam a abordagem complexa sobre a origem da inteligência artificial e as responsabilidades éticas envolvidas na criação tecnológica.
A minissérie conta com seis episódios, um formato ideal para maratonar, especialmente para quem busca uma história envolvente em poucos dias. Além do sucesso de audiência, a produção alcançou 100% de aprovação da crítica e 71% do público no Rotten Tomatoes, reforçando seu impacto.

