Política

Jornal Inglês Financial Times prevê vitória de Lula em 2026

O renomado Financial Times, um dos principais jornais do mundo, crava a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026, citando 'gols contra' da direita brasileira.
Por Redação
Jornal Inglês Financial Times prevê vitória de Lula em 2026

Jornal crava vitória de Lula em 2026 -

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Um dos jornais mais respeitados do mundo, o inglês Financial Times, surpreendeu ao incluir o Brasil em sua tradicional lista de previsões para o ano seguinte. Publicado nesta quarta-feira, 31, o veículo cravou a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026.

A análise do Financial Times destacou que, apesar de preocupações com a saúde do presidente Lula, o cenário político brasileiro estaria favorecendo a sua reeleição. A publicação mencionou especificamente os "gols contra" que a direita brasileira estaria marcando, ou seja, erros políticos que acabam beneficiando o atual governo.

"Gols contra da direita do Brasil também estão o ajudando. Alguns políticos conservadores pediram sanções dos EUA para punir o Brasil pelo julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe, mas a estratégia saiu pela culatra, já que Lula mobilizou a nação em torno dele", diz trecho do comentário.

Em seu texto, o Financial Times também fez menção à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) ao Planalto e à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como elementos que contribuem para a fragilidade política da direita, pavimentando o caminho para a vitória de Lula.

Possíveis Candidatos para 2026

Apesar da previsão do jornal inglês, outros nomes já se colocaram como possíveis pré-candidatos à presidência em 2026, além do presidente Lula, que buscará a reeleição, e de Flávio Bolsonaro, indicado por seu pai. A lista de potenciais concorrentes inclui:

  • Romeu Zema (Novo)
  • Renan Santos (Missão)
  • Ronaldo Caiado (União Brasil)
  • Ratinho Júnior (PSD)
  • Eduardo Leite (PSD)

A repercussão de uma previsão como essa, vinda de um jornal com a credibilidade do Financial Times, movimenta o debate político e acende os holofotes sobre as futuras eleições no Brasil, ainda que faltem alguns anos para o pleito.