O clima é de expectativa e muita pressão para o Jequié neste próximo desafio do Campeonato Baiano. O time entra em campo com uma missão dupla: garantir a vitória para voltar ao grupo dos quatro primeiros colocados, o famoso G-4, e, ao mesmo tempo, quebrar um incômodo tabu que já dura mais de uma década contra o Jacuipense.
Desde 2011, o Jequié não sabe o que é vencer o Jacuipense. Esse retrospecto negativo se tornou um peso extra para o clube em momentos decisivos ao longo dos anos. Nos diferentes confrontos que aconteceram desde então, o Jacuipense sempre levou a melhor, mantendo essa escrita desfavorável para o Jequié. É como se, a cada partida, o fantasma das derrotas passadas pairasse sobre o campo, adicionando um desafio mental além do técnico.
A importância do G-4 é inegável para qualquer equipe que disputa um Campeonato Estadual. Estar entre os quatro primeiros significa a classificação para as fases mais agudas da competição, geralmente as semifinais. É a porta de entrada para sonhar com o título, garantindo a chance de disputar jogos eliminatórios que podem mudar a história de uma temporada. Para o Jequié, retornar a essa posição é crucial para manter vivo o objetivo de ir longe no Baianão e dar alegria à sua torcida.
Por isso, o jogo que se aproxima não é apenas mais uma partida na tabela. Ele carrega um significado muito maior. Para o Jequié, é a oportunidade de reescrever uma parte da sua história recente no futebol baiano. Uma vitória não entregaria apenas os três pontos e a volta ao G-4; ela representaria a quebra de um jejum que tem incomodado o time e seus torcedores por tanto tempo.
Superar o Jacuipense agora, em um momento tão importante da competição, seria um grande impulso na confiança do elenco e na moral da torcida. É a chance de mostrar que o time tem garra e capacidade para superar não só os adversários do campo, mas também os fantasmas do passado. O desafio é grande, mas a recompensa, se conquistada, será ainda maior.

