Polícia

Filho de Popó se manifesta após denúncia por manipulação no Brasileirão

Igor Freitas, filho de Popó, nega veementemente as acusações do MP-PR de manipulação de jogos do Brasileirão e, por seu advogado, promete provar inocência.
Por Redação
Filho de Popó se manifesta após denúncia por manipulação no Brasileirão

Reprodução / Redes Sociais

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Igor Freitas, filho do famoso ex-boxeador Acelino “Popó” Freitas, veio a público para se defender das graves acusações de envolvimento em um esquema de manipulação de resultados de jogos do Campeonato Brasileiro. A denúncia partiu do Ministério Público do Paraná (MP-PR) e coloca o empresário no centro de uma polêmica que agita o mundo do futebol.

Por meio de seu advogado, Igor José Ogar, o filho de Popó negou com muita força todas as acusações feitas. Em uma declaração enviada ao portal Leo Dias, a defesa de Igor Freitas deixou claro que não concorda com o que está sendo apontado.

“Desde já, a defesa rechaça de forma veemente as acusações apresentadas, por entendê-las levianas e desprovidas de lastro fático e probatório consistente”, disse o advogado na nota.

A defesa ainda garantiu que vai trabalhar para esclarecer cada ponto da denúncia e, assim, provar a inocência de seu cliente. As acusações são sérias e envolvem o aliciamento de jogadores para influenciar o resultado de partidas, o que pode comprometer a integridade do esporte.

Quem foi denunciado e quais os crimes?

Além de Igor Freitas, a denúncia do MP-PR também aponta outros dois nomes: Rodrigo Rossi, que é visto como sócio de Igor, e Raphael Ribeiro. O trio é acusado de associação criminosa, conforme o artigo 288 do Código Penal. Esse crime se caracteriza pela união de três ou mais pessoas com o objetivo de cometer outras infrações. Além disso, eles também foram denunciados com base na Lei Geral do Esporte (Lei nº 14.587/2023), que aborda crimes diretamente relacionados à corrupção dentro do esporte, como a manipulação de resultados.

Um dos atletas que teria sido procurado pelo grupo é o lateral-esquerdo Reinaldo, que atualmente joga no Mirassol. A pena para quem for condenado por esses crimes varia de dois a seis anos de prisão, além do pagamento de multas.

A situação é delicada para Igor Freitas e os outros envolvidos, já que a manipulação de resultados é vista como um golpe duro contra a credibilidade do futebol, prejudicando torcedores, clubes e a própria competição. Agora, a expectativa é sobre os próximos passos da investigação e como a defesa de Igor Freitas vai apresentar seus argumentos para refutar as acusações do Ministério Público do Paraná.