Política

Anvisa manda recolher chocolate Laka após erro de rótulo e ausência de glúten

Anvisa suspende venda e uso de lote de chocolate Laka branco (CC28525493) por rótulo incorreto e ausência de declaração de glúten, visando segurança do consumidor.
Por Redação
Anvisa manda recolher chocolate Laka após erro de rótulo e ausência de glúten

Lote tinha, em seu interior, o produto Laka Oreo -

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tomou uma decisão importante nesta quinta-feira, 22, ao determinar a suspensão da venda e do uso de um lote de chocolate Laka. A medida, publicada no Diário Oficial da União (DOU), busca proteger os consumidores, garantindo que o que está na embalagem seja o mesmo que está dentro.

O chocolate branco da marca Laka, fabricado pela Mondelez Brasil, teve o lote CC28525493 proibido. O motivo principal da suspensão é um erro grave na rotulagem. A Anvisa descobriu que, dentro das embalagens do chocolate Laka branco, havia, na verdade, chocolate Laka Oreo. Isso significa que a lista de ingredientes que o consumidor lia no rótulo não era a correta. Além disso, a presença de glúten, um componente importante para a saúde de muitas pessoas, não estava declarada.

Para a agência, essa situação não só desrespeita as leis de rotulagem como também representa um risco direto à segurança de quem compra e consome o produto. Por conta disso, a Anvisa mandou suspender a venda, o uso, a distribuição e qualquer tipo de propaganda desse lote específico.

Anvisa também proíbe 'canetas emagrecedoras' sem registro

A Anvisa é o órgão responsável por fiscalizar produtos que chegam à mesa dos brasileiros, garantindo que tudo siga as normas de segurança e qualidade. Erros na rotulagem, especialmente quando envolvem ingredientes alergênicos como o glúten, são considerados muito sérios, pois podem causar reações adversas em pessoas com sensibilidade ou alergia.

Essa não é a única ação recente da agência para proteger a saúde pública. Um dia antes, na quarta-feira, 21, a Anvisa também agiu contra a comercialização irregular de medicamentos para emagrecer.

A agência proibiu a fabricação, importação, venda, distribuição, propaganda e uso de produtos à base de tirzepatida. Entre eles, estão as "canetas emagrecedoras" das marcas Synedica e TG. O grande problema era que esses produtos estavam sendo anunciados e vendidos sem o devido registro na Anvisa, um processo essencial para garantir a segurança e eficácia de qualquer medicamento.

Muitas empresas estavam comercializando esses produtos em redes sociais, mesmo sem a autorização oficial da Anvisa. A decisão da agência vale para qualquer pessoa ou empresa que esteja vendendo ou divulgando esses medicamentos sem registro. As ações da Anvisa reforçam seu compromisso em fiscalizar o mercado e proteger os cidadãos contra produtos que não cumprem as regulamentações, seja por falhas na informação ou por falta de registro adequado, que é um selo de garantia de que o produto foi testado e é seguro para o uso.