O 9º dígito do CPF guarda uma informação pouco conhecida sobre a origem do documento. Ele indica a região fiscal onde o Cadastro de Pessoa Física foi emitido, conforme a estrutura de 11 números.
A estrutura do CPF é composta por oito primeiros dígitos gerados aleatoriamente. O nono dígito, por sua vez, tem a função de identificar a localidade de registro. Os dois últimos números são verificadores, utilizados para validar a autenticidade.
Como o 9º dígito do CPF revela a origem
O nono dígito do CPF, também conhecido como antepenúltimo número, corresponde a uma das dez regiões fiscais do Brasil. Para os documentos emitidos na Bahia e em Sergipe, por exemplo, o 9º dígito é o número 5.
Outras regiões também possuem sua correspondência. O número 1 indica documentos do Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins. Já o número 8 é usado para CPFs registrados em São Paulo.
Os dígitos verificadores, o 10º e o 11º, são calculados a partir dos nove números anteriores. Essa fórmula matemática específica ajuda a evitar fraudes e erros de digitação, validando a autenticidade do CPF sem a necessidade de consulta direta à Receita Federal.
Desde a Lei 14.534/2023, o CPF é o único número de identificação válido em documentos oficiais no Brasil, reforçando a importância de sua estrutura e segurança.

