O furto de cabos de cobre em sinaleiras de Salvador gerou um prejuízo superior a R$ 1 milhão para a prefeitura, impactando diretamente a segurança e a mobilidade urbana na capital baiana. Os equipamentos são essenciais para a regulação do trânsito na cidade.
O valor do prejuízo, que inclui a substituição dos dispositivos danificados, foi de R$ 1.392.000 em 2024. Este número representa uma queda em relação a 2022, quando o custo atingiu R$ 1.627.000, conforme dados da Transalvador.
Segundo Diego Brito, superintendente da Transalvador, a ação criminosa é um potencial atentado contra a vida. A inutilização das sinaleiras prejudica a mobilidade de milhares de pessoas e cria pontos de insegurança imediata para pedestres, ciclistas e motociclistas.
Impacto na segurança e locais de maior incidência
O furto dos cabos não só causa prejuízo financeiro, mas também agrava os riscos no trânsito. Sem o funcionamento adequado dos semáforos, a passagem e o avanço dos veículos ficam desregulados, aumentando a probabilidade de acidentes.
Os locais com maior incidência de furtos incluem avenidas movimentadas como Joana Angélica, Sete de Setembro, J.J. Seabra (Barroquinha), Silveira Martins (Cabula) e a Rótula do Abacaxi. A polícia investiga os horários noturnos como os predominantes para a ocorrência desses crimes.
Os danos causados aos equipamentos podem ser parciais, com conserto em até três horas, ou resultar em perda total, exigindo até dois dias para a substituição completa. A Transalvador orienta a população a denunciar ocorrências pelo telefone 156, acionar a Guarda Civil no (71) 99623-4955 ou a Polícia Militar pelo 190.

