Polícia

Pastor condenado por estupro é morto a tiros em praça de Juara

Um pastor, condenado a 12 anos por estupro de vulnerável, foi morto com três tiros no rosto em Juara, MT, enquanto fazia serviço comunitário. A polícia investiga o caso.
Por Redação
Pastor condenado por estupro é morto a tiros em praça de Juara

Pastor cumpria pena em regime semiaberto -

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Um pastor, de 46 anos, que estava em regime semiaberto e cumpria pena por estupro de vulnerável, foi morto a tiros enquanto trabalhava em uma praça pública de Juara, no interior de Mato Grosso. O crime aconteceu no dia 27 de janeiro. Altair da Silva Santos, como foi identificado, foi atingido por três tiros no rosto.

Na hora do crime, Altair realizava serviços de limpeza urbana para a Prefeitura de Juara, na Praça dos Colonizadores, uma área central da cidade. Essa atividade faz parte da Fundação Nova Chance, um programa do estado que permite a presos diminuir o tempo da pena através do trabalho.

Entenda o assassinato na praça

Segundo a Polícia Militar de Mato Grosso, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta Honda CG Titan. Um dos suspeitos desceu do veículo e atirou contra o pastor à queima-roupa. Em seguida, a dupla fugiu rapidamente do local.

Altair da Silva Santos estava cumprindo uma condenação de 12 anos de prisão. Ele foi preso em 2023, após ser acusado de estuprar uma menina de 11 anos. A criança era filha de uma funcionária da igreja onde ele atuava como líder religioso. Em julho de 2024, a Justiça deu a sentença, condenando-o pelo crime de estupro de vulnerável.

Investigação em andamento

A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), já está investigando o caso. O objetivo é identificar e prender os autores do assassinato. Até a última quarta-feira, dia 4, os dois homens envolvidos na morte do pastor ainda não haviam sido encontrados ou identificados.

A morte de um condenado por um crime tão grave, enquanto ele tenta se reintegrar à sociedade através do trabalho comunitário, levanta questões sobre segurança e possíveis motivos. As autoridades seguem em busca de respostas para esclarecer o que de fato motivou o ataque.