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Mauro Cezar detona jogadores do Vitória após derrota para o Flamengo

Mauro Cezar Pereira, do Canal UOL, criticou duramente a postura dos jogadores do Vitória e a arbitragem após a derrota para o Flamengo pela Série A.
Por Redação
Mauro Cezar detona jogadores do Vitória após derrota para o Flamengo
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A derrota do Esporte Clube Vitória para o Flamengo, por 2 a 1, na última terça-feira (10), pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro da Série A, gerou muita discussão entre os amantes do futebol. O jogo, que aconteceu no Estádio Manoel Barradas, o Barradão, até teve momentos de emoção, mas a atuação de alguns jogadores do time baiano em certos lances irritou profundamente o comentarista Mauro Cezar Pereira, do Canal UOL.

No programa “Passe de Bola”, Mauro Cezar não poupou palavras e criticou de forma contundente a postura dos atletas do Vitória. Ele detonou o que chamou de "teatro" em campo e as constantes simulações, que, segundo ele, são um problema grave que atrapalha o ritmo e a beleza do futebol brasileiro.

“Um negócio terrível”: Mauro Cezar critica a postura do Vitória e a arbitragem

O comentarista descreveu a cena de forma vívida, destacando como os jogadores do Vitória reagiam a qualquer contato em campo. Para ele, a forma como os atletas se jogavam e colocavam as mãos no rosto era claramente exagerada e prejudicial ao espetáculo, transformando lances comuns em dramáticas encenações.

“Os jogadores do Vitória punham a mão no rosto, rolavam no gramado como se tivessem sido espancados a qualquer contato. Faziam aquele teatro, que caracteriza o futebol brasileiro. Um negócio terrível, um negócio terrível, toda hora se jogando, está na hora de alguém fazer alguma coisa a respeito.”

Mauro Cezar enfatizou que esse tipo de comportamento, com simulações frequentes, "picota a partida", ou seja, quebra o ritmo do jogo e consequentemente frustra quem assiste. Ele também mencionou a dificuldade do VAR (árbitro de vídeo) em intervir nesses casos, especialmente quando o jogador coloca a mão no rosto, o que muitas vezes não é considerado uma infração passível de revisão, escapando de uma punição justa.

Além de criticar os jogadores por essas atitudes, o jornalista apontou uma falha na arbitragem. Para ele, os juízes precisam agir com mais rigor e pulso firme contra esse tipo de encenação. A falta de punição acaba por incentivar o hábito e compromete a seriedade e a fluidez do esporte, tornando o jogo menos interessante e mais irritante para os torcedores.

A discussão levantada por Mauro Cezar é bastante pertinente e recorrente no cenário do futebol, especialmente no Brasil, onde a "catimba" e as simulações são, infelizmente, parte do jogo para alguns, mas para muitos outros, uma prática antidesportiva que deve ser combatida com mais veemência. A opinião do comentarista reflete a frustração generalizada de quem busca um jogo mais limpo, justo e dinâmico, sem as interrupções desnecessárias causadas por encenações. Essa cobrança por uma mudança de postura é um apelo por mais ética e respeito dentro das quatro linhas.