Política

Jerônimo Rodrigues e Débora Régis lançam maternidade em Lauro de Freitas

Governador da Bahia e prefeita destacam união por obra de R$ 103 milhões, parte do Novo PAC, que atenderá a Região Metropolitana de Salvador
Por Redação
Jerônimo Rodrigues e Débora Régis lançam maternidade em Lauro de Freitas
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O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e a prefeita de Lauro de Freitas, Débora Régis, autorizaram nesta quinta-feira (7) a construção de uma maternidade no município da Região Metropolitana de Salvador. A obra, com investimento de R$ 103 milhões, integra o Novo PAC, programa federal de investimentos.

Durante o evento, o governador Jerônimo Rodrigues, do PT, afirmou que o governo estadual prioriza a realização de obras para a população, independentemente de filiações partidárias. A prefeita Débora Régis, do União Brasil, também ressaltou a importância de políticas públicas serem executadas sem considerar posições políticas.

Segundo Jerônimo Rodrigues, a nova maternidade atenderá não apenas Lauro de Freitas, mas também diversas outras cidades da Bahia. Ele também anunciou a entrega de seis outras maternidades em diferentes localidades do estado.

Investimento e Impacto Regional

A cerimônia de assinatura da ordem de serviço contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e do ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa. O investimento total de R$ 103 milhões para a maternidade de Lauro de Freitas demonstra o compromisso com a infraestrutura de saúde na Bahia.

A prefeita Débora Régis elogiou o apoio do governo federal, por meio do ministro Alexandre Padilha, para viabilizar o início das obras. Ela enfatizou que a colaboração entre diferentes esferas de governo é fundamental para o desenvolvimento e a oferta de serviços essenciais à população baiana.

A construção da maternidade visa ampliar a capacidade de atendimento obstétrico e neonatal na Região Metropolitana de Salvador, uma área com alta demanda por serviços de saúde. A expectativa é que a unidade contribua significativamente para a redução da mortalidade materno-infantil e melhore a qualidade da assistência às gestantes e recém-nascidos.