Quatorze anos depois de um crime chocante que tirou a vida de sua própria mãe, um homem de 35 anos foi preso na noite da última terça-feira, 13. A prisão aconteceu na cidade de Camacan, no sul da Bahia, por policiais civis que o perseguiam desde 2011, ano em que o crime brutal foi cometido.
O crime cruel e a longa fuga
As investigações da Polícia Civil apontam que o homem, cuja identidade não foi revelada, matou sua mãe, Emília Oliveira Souza, em dezembro de 2011. O assassinato, por asfixia, aconteceu no município de Potiraguá, no sudoeste do estado. Para tentar esconder o corpo e apagar os vestígios do ato, ele ainda ateou fogo ao cadáver da vítima. Essa tentativa de ocultação dificultou o trabalho inicial da polícia, mas não foi suficiente para que o caso caísse no esquecimento.
Desde a morte de Emília, o filho vivia como foragido da Justiça, escapando das autoridades por mais de uma década. A busca por ele, que durou 14 longos anos, demonstrou a persistência das forças policiais em garantir que crimes graves não fiquem impunes, não importa o tempo que passe.
A investigação e a prisão em Camacan
A ação que levou à prisão do homem foi realizada por agentes da Delegacia Territorial (DT) de Camacan. Todo o trabalho de investigação foi cuidadosamente coordenado pelos policiais civis da 21ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Itapetinga), que seguiram os passos do suspeito até localizá-lo.
Depois de ser preso, o homem foi levado para a unidade policial de Camacan. Ele agora está à disposição da Justiça, aguardando as decisões sobre seu futuro. A prisão encerra um longo período de impunidade e reforça o compromisso da polícia em solucionar crimes, por mais antigos que sejam.

