Marcelino Abad Tolentino, considerado o homem mais velho do mundo, morreu nesta semana em uma aldeia remota no Peru. O agricultor, carinhosamente chamado de Mashico, tinha 125 anos e completaria 126 neste domingo (5).
De acordo com a imprensa local, Mashico vivia em um abrigo para idosos, onde recebia apoio após sofrer um acidente. Ele foi descoberto pelo programa governamental Pensão 65 durante a pandemia de Covid-19.
Na época de sua descoberta, o homem mais velho do mundo recebeu seu primeiro documento de identidade e uma pensão estatal. Ele afirmava ter nascido em 1900, mas não possuía certidão de nascimento.
Um legado de superação
Marcelino Abad Tolentino ficou órfão ainda jovem e viveu em extrema pobreza, sem acesso à educação. Sua história de vida é um exemplo de resiliência e superação.
Com a morte de Mashico, o título de homem mais velho do mundo passa para o brasileiro João Marinho Neto, de 113 anos. A pessoa mais velha ainda viva é Ethel Caterham, do Reino Unido, com 116 anos.

