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Forte de São Marcelo e Fortaleza de Morro de São Paulo serão reabertos na Bahia

Governo do Estado assume gestão de dois importantes monumentos históricos por 20 anos para restauração e exploração turística
Por Redação
Forte de São Marcelo e Fortaleza de Morro de São Paulo serão reabertos na Bahia
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Dois importantes monumentos históricos da Bahia, o Forte de São Marcelo, em Salvador, e a Fortaleza de Morro de São Paulo, em Cairu, serão reabertos ao público após anos fechados. A gestão dos espaços foi cedida ao Governo do Estado da Bahia em solenidade realizada nesta segunda-feira (4).

O acordo, firmado entre o Governo do Estado e a Secretaria de Turismo da Bahia (Setur-BA), prevê a cessão gratuita por um período de 20 anos. A Setur-BA será responsável pela restauração, conservação e exploração turística dos equipamentos, que pertencem à União.

Segundo o secretário de Turismo, Maurício Bacelar, a iniciativa marca uma nova fase para o turismo cultural no estado. O foco é a valorização de espaços históricos e a requalificação da região.

Restauração e Impacto no Turismo Baiano

A expectativa é que, após análises técnicas, as obras de recuperação dos monumentos históricos sejam iniciadas. Em seguida, os locais serão reabertos à visitação com mais segurança e estrutura para o público.

De acordo com a Superintendência do Patrimônio da União (SPU), as estruturas dos fortes estão preservadas, mas precisam de intervenções para garantir o acesso seguro de visitantes. Entidades do setor avaliam a medida como positiva, destacando o potencial de ampliar os atrativos turísticos e fortalecer o mercado de viagens na Bahia.

O Forte de São Marcelo, localizado na Baía de Todos-os-Santos, próximo ao Mercado Modelo, é conhecido por seu formato circular e único no país. Construído no século XVII, ele teve papel estratégico na defesa contra invasões. Já a Fortaleza de Morro de São Paulo, na Ilha de Tinharé, município de Cairu, foi erguida no período colonial para proteger a entrada da baía.

A reabertura desses monumentos históricos deve integrar ações mais amplas de valorização do patrimônio, especialmente na região do Centro Antigo de Salvador. O governo espera que a iniciativa atraia turistas e moradores, contribuindo para a economia e a identidade cultural baiana.