Polícia

Coreógrafo De Quadrilha Junina É Morto A Tiros Em Salvador

Jhonatas Carlos Estrela, 36, conhecido coreógrafo de quadrilha junina infantil, foi morto a tiros dentro de casa em Itapuã, Salvador. A Polícia Civil investiga o caso.
Por Redação
Coreógrafo De Quadrilha Junina É Morto A Tiros Em Salvador

Polícia Militar/Ilustrativa -

Compartilhe:

Um crime brutal chocou a comunidade de Itapuã, em Salvador, na Bahia, na noite da última sexta-feira, 6. Jhonatas Carlos Estrela, de 36 anos, conhecido e querido coreógrafo de quadrilhas juninas infantis, foi assassinado a tiros dentro de sua própria casa.

A Polícia Civil informou que o crime aconteceu quando homens armados invadiram a residência de Jhonatas. Eles arrombaram a porta, realizaram disparos contra ele e fugiram rapidamente logo em seguida, deixando a comunidade em choque e luto.

Líder Cultural e Social Assassinado

Jhonatas Carlos Estrela era uma figura central no movimento junino infantil de Salvador. Ele liderava e coreografava a quadrilha mirim Germe da Era, dedicando-se a atividades culturais que transformavam a vida de crianças e adolescentes em comunidades como Liberdade e Pero Vaz.

Para muitos moradores e integrantes do movimento junino, Jhonatas era mais do que um coreógrafo; ele era uma referência, um mentor que inspirava jovens na formação artística e cultural. Seu trabalho era amplamente reconhecido pela dedicação e impacto positivo na vida dos participantes.

Investigação em Andamento

O caso está sob investigação rigorosa da Polícia Civil, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico) é a responsável por conduzir as apurações, realizando oitivas de testemunhas e outras diligências para esclarecer a autoria e a motivação do crime.

Uma informação importante divulgada pela corporação é que, até o momento, não há indícios de que Jhonatas tivesse qualquer tipo de envolvimento com o tráfico de drogas, reforçando o mistério sobre o motivo de sua morte. As guias necessárias para os trabalhos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) já foram expedidas, fundamentais para a coleta de provas e elucidação dos fatos.

"As guias para os trabalhos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) foram expedidas, e o caso está sendo investigado pela 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), que realiza oitivas e diligências para esclarecer a autoria e as demais circunstâncias do fato", informou a Polícia Civil em nota.

A comunidade e o cenário cultural de Salvador aguardam respostas sobre quem cometeu este crime e qual foi a motivação para tirar a vida de um homem tão dedicado à arte e à juventude.