O futebol baiano registrou diversos episódios de brigas entre jogadores e membros da comissão técnica ao longo do século XXI. Incidentes envolvendo clubes como Bahia e Atlético de Alagoinhas chamaram a atenção e tiveram consequências disciplinares.
Um dos casos mais notórios ocorreu em 2011, quando o atacante Jael, então no Bahia, agrediu o gerente de futebol André Araújo com um soco. O desentendimento aconteceu após Jael ser cobrado por não comparecer a um exame médico enquanto se recuperava de uma lesão.
Dois dias após o ocorrido, o Bahia anunciou a rescisão do contrato de Jael. Na semana seguinte, André Araújo pediu demissão do clube, alegando que o "clima estava ruim" nos bastidores do Tricolor, conforme noticiado à época.
Confusão em campo no Campeonato Baiano
Mais recentemente, em um jogo do Campeonato Baiano de 2025, dois atletas do Atlético de Alagoinhas, Luciano e Fábio, trocaram socos no banco de reservas. A confusão começou quando o atacante argentino Luciano agrediu um membro da comissão técnica do Carcará durante a partida contra o Vitória.
Fábio, também jogador do Atlético, interveio na briga e revidou com um soco no rosto de Luciano. Os dois atletas receberam cartão vermelho na volta do segundo tempo, após o árbitro revisar as imagens do VAR. O episódio ocorreu durante o jogo de ida da semifinal do Baianão, que terminou com vitória do Vitória por 4 a 0.
Esses casos de brigas no futebol baiano evidenciam a tensão e a pressão presentes no ambiente esportivo, que por vezes extrapolam os limites da rivalidade em campo e afetam a convivência interna dos clubes.

