Uma decisão do VAR marcou a vitória do Esporte Clube Bahia sobre o Athletico Paranaense por 2 a 0, nesta quarta-feira (1º), pelo Campeonato Brasileiro. No fim do primeiro tempo, o árbitro Jonathan Benkenstein assinalou pênalti para o Bahia após Everaldo sofrer um pisão na área.
O árbitro de vídeo, Carlos Eduardo Nunes Braga, recomendou a revisão do lance. Após análise, o VAR entendeu que o atacante do Bahia, Everaldo, simulou a queda ao buscar o contato com o zagueiro Luiz Gustavo, do Athletico.
Segundo Carlos Eduardo Nunes Braga, o contato foi mínimo, apenas um "raspão" na ponta do pé do jogador do Bahia. O árbitro de vídeo explicou que Everaldo se projetou na disputa pela bola.
Repercussão da decisão do VAR
Após a recomendação, Jonathan Benkenstein revisou o lance na tela à beira do campo e acatou a orientação do VAR. Ele anulou o pênalti, marcou tiro livre indireto para o Athletico Paranaense e advertiu Everaldo com cartão amarelo por simulação.
O atacante Everaldo criticou a decisão da arbitragem após a partida. Ele afirmou que o jogador adversário pisou em seu pé e que a penalidade foi clara, expressando indignação pelo cartão amarelo recebido.
A polêmica envolvendo o Bahia Athletico VAR reacende o debate sobre a interpretação de lances e a intervenção do árbitro de vídeo no futebol brasileiro. O resultado manteve o Bahia na briga pelas primeiras posições do Campeonato Brasileiro.

